Cura Dente
 
 
 

"O flúor destrói os dentes"

por Tim O’Shea, extraído e traduzido por www.curadente.com de www.thedoctorwithin.com/articles/water.html[1], copyright 2000 NewWest

EM QUE CONSISTE O FLUORETO?

O flúor é um elemento químico. Trata-se de um gás que nunca ocorre naturalmente no seu estado livre. Em quantidades microscópicas, agregado a outros minerais, ele é geralmente citado como um oligoelemento, um nutriente para o ser humano. Outras fontes discordam, afirmando que "nenhum trabalho experimental ou observações clínicas provaram que o flúor é, de algum modo, essencial para animais ou para o homem." (Alesen, p. 5)

Isso nada tem a ver com o fluoreto ou a fluoretação. O fluoreto adicionado à água potável é um composto de flúor que é sub-produto químico da produção/fabricação de alumínio, aço, cimento, fosfato e armas nucleares. Esse fluoreto é produzido pelo homem, é artificial. Nessa forma, o flúor (fluoreto) não possui valor nutricional algum. Trata-se de uma das substâncias químicas industriais mais cáusticas. O flúor é a toxina ativa/presente nos venenos para ratos e no pó usado para matar baratas. (Dustrude)

"O ácido hidrofluorídico é usado para refinar gasolina de alta octanagem, para produzir fluorcarbonetos e clorofluorcarbonetos para freezers e climatizadores e para manufaturar  telas de computador, lâmpadas fluorescentes, semicondutores, plásticos, herbicidas - e pasta de dente. Ele também possui a capacidade de queimar a carne até o osso, destruir os olhos e de provocar enema nos pulmões, de sorte que as vítimas se afogam em seu próprio fluido corporal."
- Foulkes

Uma vez no corpo, o flúor destroi enzimas humanos. Ele faz isso modificando suas formas. Você deverá se recordar do capítulo sobre Enzimas[2] que na bioquímica humana, milhares de enzimas são necessárias para várias reações celulares essenciais que ocorrem a cada segundo enquanto vivemos. (Howell) Sem enzimas, morreríamos instantaneamente.

Colágeno

O colágeno constitui a cola do corpo. Não se trata de uma metáfora; quando o colágeno se deteriora, os tecidos simplesmente perdem sua substância, a sua armação. Com vimos no capítulo sobre Colágeno2, é exatamente assim como ficamos com um coração dilatado, com osteoporose, atrofia e músculos caídos, juntas destruídas, doença dos rins e do fígado, órgãos caídos e dentes ruins. O flúor dissolve a cola do corpo simplesmente impedindo que novo colágeno seja formado. (Ishida)

O Dr Y3 apresenta magistral explanação de como o flúor desfaz o colágeno. Não apenas o colágeno é formado de modo incorreto, ele é mineralizado erroneamente. Alguns colágenos, como ossos e dentes, devem ser mineralizados para que obtenham dureza. Outras estruturas, como ligamentos, tendões e músculos, NÃO devem ser mineralizados, para que continuem flexíveis e resilientes. O flúor traz confusão aos dois tipos. O fluoreto mineraliza os tendões, músculos e ligamentos, tornando-os quebradiços, doloridos e inflexíveis. Ao mesmo tempo o flúor interfere com a mineralização de ossos e dentes, causando osteoporose e mosqueado ou fluorose dentária.

O FLÚOR DESTRÓI OS DENTES

Alto lá! Pensei que essa era a principal razão de se adicionar flúor na água em primeiro lugar – para prevenir cáries e formar dentes fortes, não é certo?
Errado mais uma vez. E aí é onde a política eclipsara a ciência. O Dr. Y apresenta um exame exaustivo da literatura científica dos últimos 40 anos que mostra, sem sombra de dúvida, que o flúor interfere com a formação do dente, causando uma descoloração permanente e sua real desagregação. O leitor é remetido ao capítulo 5 do libro Fluoride The Aging Factor [Flúor, O Agente de Envelhecimento]. Alguns excertos:

O esmalte dental é formado por células especiais chamadas de ameloblastos. Pesquisadores holandeses descobriram que o flúor em quantidade tão pequena como 1 ppm (ppm, para quem não sabe, é uma medida que expressa a quantidade de Partes Por Milhão, nesse caso 1 parte em 1 milhão de partes iguais) provocou o mau funcionamento desses ameloblastos de sorte que eles formaram esmalte poroso e irregular. (Bronkers)

O processo em que os dentes ficam descoloridos e se esmigalham em razão da fluoretação é conhecido como fluorose dentária.
O Serviço de Saúde Pública norte-americano sabe, desde a pesquisa de seu próprio Dr. H.T. Dean, em 1937, que quando o nível de fluoreto se elevava, assim também ocorria com a percentagem de crianças com fluorose dentária, num estudo em 15 das principais cidades americanas. (Dean)

As mesmas descobertas mostraram-se evidentes numa pesquisa da Universidade do Texas que comparou fluorose dental em crianças que viveram em áreas fluoretadas e não fluoretadas do Texas. O Dr. Segretto encontrou 35% maior incidência de fluorose em crianças que beberam água com concentração de fluoreto de 1-1,4 ppm, comparados com aqueles cuja água bebida estava na faixa de 0,3 ppm. Esse pequeno estudo foi escrito no Journal of the American Dental Association [Jornal da Associação Dental Americana]. (Segretto)

Yiamouyiannis segue em frente citando, um após outro estudo revisado por pares, todos chegando à inescapável conclusão: quanto mais flúor houver na água, tanto mais má-formação e descoloração dos dentes.

Está além das controvérsias, quando se vê esses estudos realizados nos quatro cantos do mundo – Nova Zelândia, Índia, Dinamarca, Inglaterra, Irlanda, Itália, Illinois – a mesma descoberta. Mesmo com essa consistente descoberta em toda a parte – universal – o nível padrão de fluoretação recomendado para a saúde dental nos E.U.A. é de 1 parte por milhão. Como isso é possível?

Um ganho importante da anti-fluoretação ocorreu nos últimos anos e a maioria das pessoas nem mesmo notou. A FDA (equivalente à ANVISA no Brasil) exigiu que todos os fabricantes de pasta dental imprimissem no rótulo que, no caso de uma quantidade de pasta dental maior que uma ervilha fosse engolida, o Centro Local de Controle sobre Tóxicos teria de ser notificado. Procure averiguar isso! Você viu isso na CNN?

A American Dental Association (ADA - Associação Dental Americana) e outros defensores do flúor testemunharam e continuam a insistir que a fluorose dentária é uma „condição cosmética“ e não constitui um problema de saúde! Você ouve isso o tempo todo, expresso por fluoridiotas. A permanente conformação defeituosa dos dentes é um pouco mais grave que cosmética – mas mesmo que não o fosse, como pode um aditivo cujo único propósito alegado é beneficiar dentes, destruí-los?? Em sua atual página na internet, a ADA em verdade desafia essa advertência da FDA nos rótulos das pastas dentais, dizendo que é desnecessariamente rígida.

Eis as palavras de um especialista canadense em fluoretação, consultor líder para a Canadian Dental Association [Associação Dental do Canadá], o Dr. Hardy Limeback, bioquímico e dentista da Universidade de Toronto: "Desde quando um problema cosmético não é um problema, quando o paciente tem de buscar tratamento dentário para resolvê-lo?“ (Toronto Star, 25 abril 99)

Paul Connett, um pós-graduado com título de PhD, explica que manchas nos dentes e fluorose dentária são apenas uma indicação de dano a outras partes do corpo: "Os dentes são janelas para o que ocorre aos ossos." (Griffiths, p 39)

Adendo de CuraDente: uma pequena seleção de muitas descobertas & documentos importantes sobre o flúor (em inglês):

  • O artigo "Sobre o Flúor e a Fluoretação como Causa/Contribuição ao Câncer & Outras Doenças" debate a negra história de fluoretação e a American Dental Association [Associação Dental Americana], o papel do flúor na gênese do câncer, o dano ao sistema nervoso/cerebral, baixo QI, confusão mental, flúor nos alimentos, etc. Veja o link fornecido na nota 1 abaixo.
  • Referências científicas detalhadas e visão geral fornecidas por cientista ambiental no endereço seguinte:
    http://ffwireland.blogspot.de/2012/11/fluoride-exposure-major-risk-factor-in.html
  • Diabéticos: Segundo o National Research Council [Conselho Nacional de Pesquisa], os diabéticos constituem uma „subpopulação suscetível“ particularmente vulnerável ao dano advindo de fluoretos ingeridos: http://fluoridealert.org/stockin.diabetes.1-22-09.pdf
  • O Efeito do Fluoreto na Fisiologia da Glândula Pineal: www.fluoridealert.org/health/pineal/luke-1997.html
  • CDC 1992 Censo sobre a Fluoretação (2 volumes, encontráveis):
    http://fluoridealert.org/cdc.f.census.1992.html
  • Intoxicação por Flúor: www.scribd.com/doc/11757791/Fluorine-Intoxication-Kaj-Roholm-1937-Copenhagen

Veja também Uma história de abcesso: molar apodrecido & fluoreto, esse testemunho muito impressionante mostrando que a escovação com salmoura tem curado cáries enquanto a pasta dental com fluoreto falhou, e uma dica para a desintoxicação do fluoreto em inglês.[4]

Notas de pé de página por CuraDente

1 O extenso artigo citado acima contém uma discussão aprofundada sobre o flúor e o seu uso e foi extraído aqui. Aconselha-se o leitor a ler outros excertos pertinentes em inglês em On Fluoride and Fluoridation Causing/Contributing To Cancer & Other Diseases.

2 encontrado em www.thedoctorwithin.com

3 John Yiamouyiannis, PhD., autor do libro Fluoride the Aging Factor.

4 See here. Also see more informative links on fluoride and fluoridation including advocacy groups.

Riscos diversos relacionados às práticas da odontologia convencional

 
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