Cura Dente
 

O problema da toxicidade dental

Todos os materiais odontológicos são potencialmente tóxicos, com uma ampla variedade individual de reações. O mercúrio e o estanho se sobressaem como neurotoxinas. O mercúrio tem a capacidade de destruir ou danificar o sistema axonal de transporte no interior de cada nervo (os mais afetados são os nervos não cobertos com mielina: nervos com fibras-c ou da dor e os nervos autonômicos)1 e capta basicamente todas as outras toxinas ambientais. Portanto, o mercúrio potencializa o dano causado por todas as outras toxinas ambientais. 

Apresentarei evidência da mais recente pesquisa do toxicologista alemão do mais alto nível Max Daunderer, M.D.2, de que os maxilares e as mandíbulas tornaram-se, para a maioria de nós, um depósito de lixo dos seguintes materiais:

1. Pesticidas

2. Solventes (principalmente na mandíbula)

3. Formaldeído (principalmente na mandíbula)

4. Amálgama (mercúrio, estanho, cobre, prata) (osso maxilar/mandibular e seio maxilar)

5. Paládio (de coroas de ouro) (principalmente no maxilar)

6. Todos os outros materiais odontológicos, em menor grau.

Por meio de biópsias Daunderer descobriu que virtualmente todas as toxinas inaladas são armazenadas no osso mandibular e maxilar em áreas adjacentes às extremidades das raízes dentárias.

Os metais e toxinas deixam mudanças características no osso mandibular e maxilar:

1. Amálgama nas raízes dentárias: brilho espiralado ao redor das raízes; branco em forma de fatia entre as raízes dos molares.

2. Lago de amálgama: uma formação ampla e nebulosa no fundo do seio maxilar

3. Ouro nas raízes: bright, faixas duras e brilhosas ao redor das raízes

4. Lago de ouro: uma formação brilhosa e dura no fundo do seio maxilar

5. Paládio nas raízes: o contorno da raiz se apresentar nebuloso, como se a raiz estivesse se dissolvendo.

6. Lago de paládio: uma ou mais faixas horizontais no fundo do seio maxilar, frequentemente abaixo do nível da amálgama

7. Outros metais: alumínio, chumbo, bismuto, etc. Deixam pontos macios ao redor das raízes ou do colo do dente.

8. Toxinas inaladas: Daunderer Pôde determinar a idade da exposição à toxina segundo a profundidade que ela se espalhou da artéria provedora até a mandíbula e o maxilar. Se a toxina tiver seguido todo o caminho até o osso cortical, a inalação data de mais de 30 anos.

9. Formaldeído: Pontos do tamanho de uma cabeça de alfinete, que são perfeitamente redondos na área do ângulo do maxilar/da mandíbula, em forma de tira no extremo do maxilar/da mandíbula.

10. Mercúrio: camada horizontal branca e nebulosa, no fundo do seio nasal. Em casos extremos também se apresenta como manchas brancas macias na parte ascendente da mandíbula.

11. Paládio: o paládio inalado provém, e.g., de conversores catalíticos automotivos. Ele se assenta no fundo do seio nasal como áspera linha fina ou várias linhas.

12. Platina: oriunda de conversores catalíticos automotivos, assenta-se como delicada linha no fundo do seio nasal, especialmente se o paciente já está intoxicado com mercúrio.

13. Solventes: os solventes inalados formam depósitos circulares redondos e escuros – como um lago – na parte ascendente da mandíbula. A idade pode ser verificada pela localização.

14. Pesticidas: PCP, Lindan, etc.assemelham-se aos lagos de solventes, mas têm uma margem bem delineada e branca.

15. Fumaça de cigarro: contorna os vasos sanguíneos da mandíbula e do maxilar.

Essas são as descobertas de Daunderer, que esclarecem uma afirmação que tenho feito durante anos: as cavitações4 na mandíbula e no maxilar são um sintoma, não a causa de doença. Daunderer recomenda a não fechar o local da cirurgia, mas deixar um pedaço de gaze no local. O osso se desintoxica intensamente através da ferida aberta (ele encontrou até 20.000 ppb de Hg [mercúrio] na gaze, após 24 horas).

Amálgama no cérebro

1. Putamen5: lado direito: comportamento maníaco, lado esquerdo: depressão. Ambos os lados iguais: depressão maníaca

Se houver amálgama no tronco cerebral, as vitaminas B12, C e F e medicamentos psicotrópicos (Prozac, etc.) podem potencializar o dano da amálgama!

2. Globo pálido, localizado na base do crânio, responsável pela continuidade dos movimentos musculares. Sintoma mais comum: tremor cerebelar. Os filhos de mães fumantes são predispostos a depositar seu mercúrio aqui (dano oriundo do monóxido de carbono).

3. Medula espinhal: sintoma mais comum: falha nos rins. Melhor teste para os rins: alpha-1- microglobulina alfa-1 no soro ou urina. Comum e frequentemente ignorados são os depósitos na coluna vertebral, geralmente encontrados em pacientes com EM (Esclerose Múltipla), mas ignorados/negligenciados pelos médicos..

Mais frequentemente reversível com a aplicação de DMPS6, etc.

Musculatura do Pescoço ("Pontos de Partida")

causa dor no pescoço e dores de cabeça, torcicolo. Sempre reversível com tratamento.

Axioma de Daunderer:

Se não houver alergia a uma metal específico, ele não será armazenado no cérebro!

(Ele avalia que 90% da população é alérgica a metais e portanto intoxicada por esses metais no cérebro.)

Axioma de Klinghardt:

Para se desintoxicar o cérebro de metais, as alergias a metais têm de ser identificadas e tratadas antes, durante e após o programa de desintoxicação. [...]

Outros locais de armazenagem no cérebro:

1. Pituitária: metais inalados (dentistas) são armazenados na pituitária anterior, metais dos dentes (amálgama, paládio) na pituitária posterior.

2. Tronco cerebral: todos os metais e outras toxinas armazenadas aqui levam à sensibilidade química múltipla (SQM). Os metais geralmente chegam aqui primeiro e detêm as outras toxinas.

3. Cortex: os metais aqui causam atrofia.

4. Ventrículos laterais: todos os portadores de amálgamas e filhos de mãe que usava amálgama apresentam aqui depósitos metálicos em pontos, do tamanho da cabeça de um alfinete. Esses depósitos são chamados de o.m.des em radiologia (objetos marrons desconhecidos-lesões de matéria branca). Daunderer demonstrou que esses pacientes são predispostos a desenvolver EM se suas obturações forem removidas sem o devido cuidado. No entanto, as lesões desaparecem se a amálgama for removida apropriadamente.

5. Outros fatos interessantes: Daunderer realizou biópsias em série em tumores malignos em pacientes portadores de amálgamas e, como previsto, encontrou amálgama no tumor. A concentração é a maior no centro do tumor (melanoma maligno, câncer do cérebro, câncer da bexiga, estômgao, cólon e língua, exatamente como fez Omura7 com o seu teste de argola, uma variação de A.R.T.3). Daunderer também encontrou as seguintes outras toxinas concentradas no centro desses tumores: outros metais – formaldeído – solventes.

6. Pérolas clínicas de Daunderer:

Sintoma Toxina principal Toxina secundária
alergia formaldeído Amálgama
asma formaldeído Amálgama
depressão Amálgama formaldeído
hiper-estimulação formaldeído Amálgama
apático Amálgama todos os outros
perda de memória solventes alumínio
olfato (pobre) pesticidas Amálgama
problemas hormonais pesticidas Amálgama
surdez Amálgama todos os outros
infecções pesticidas Amálgama
perda motora Amálgama pesticidas
artrite Amálgama paládio
insônia Amálgama formaldeído
vertigem solventes pesticidas
problemas visuais Amálgama (Hg, estanho) solventes
tremor Amálgama chumbo
ataques de pânico formaldeído  
colapso imunológico dioxina  
incapacidade de aprendizado chumbo  
hiperatividade chumbo  
câncer chumbo  
osteoporose cádmio  
depressão cádmio  
dores de cabeça cádmio  


Fontes:

Chumbo: velhos encanamentos de água (solda)

Cádmio: plásticos

Dioxina: fumante passivo, fábricas de papel, usinas de incineração de lixo

Formaldeído: cosméticos, madeira, desinfetantes, tratamento de canal dentário

Solventes: tinta, produtos de cuidados com o corpo

Pesticidas: madeira tratada, carpetes

As alternativas odontológicas [plástico, ouro, platina, paládio, etc.] & os materiais mais compatíveis

1. Todos os plásticos soltam pequenas moléculas, similares ao estrógeno. Os piores são os selantes usados em crianças.

2. Todos os plásticos têm efeitos estranhos no sistema imunológico, especialmente aqueles mais próximos da dentina. Quanto menores as moléculas, tanto mais imunogênicas.8,12

3. Cada material colocado na boca ou em qualquer parte do corpo constitui um "ressonador", a forçar o sistema a responder e a se adaptar às propriedades eletro-magnéticas.

4. O ouro, a platina e o paládio são neurotoxinas, altamente alergênicos e não deveriam ser usados na boca [veja mais abaixo em “Teste Melisa”].

Creio que já vi evidência suficiente em estudos alemães de que o mais compatível material usado atualmente na odontologia é o vidro-ART (tanto como material para obturação, como para coroa e ponte) e o cimento com carboxilato. Agentes de junção devem apenas ser usados, se um laser argônico possa ser usado como luz curadora para formas longas moléculas, que são menos alergênicas.

A abordagem N.T.9 atual para desintoxicação

Um regime que usa terapia segmentar, injeções nos gânglios, DMPS6, clorela, coentro e alho [...].

O Teste Melisa, da Suécia10: Memory Lymphocyte Immuno Stimulation Assay [Ensaio de imuno-estimulação da memória linfocítica] – o mais avançado teste para alergias oriundas de materiais odontológicos

Há 2 variedades:

1. Teste morfológico: os linfócitos são observados sob um microscópio, enquanto são expostos a uma diluição da toxina.

2. Teste com timidina: a timidina radioativa é usada para demonstrar alergias do tipo IV.

É esse teste que expõe ouro, platina, paládio e outros metais odontológiocos como possíveis haptenos11. Ele torna esses metais inaceitáveis como materiais odontológicos, daqui em diante, à exceção de circunstâncias particularmente bem escolhidas. Ao se colocar ouro na boca de um paciente, está-se jogando uma roleta russa com a saúde do paciente. O único teste que atualmente se corelaciona bem com o MELISA é o ART3, que é confiável, rápido e barato. Os testes de sangue do Colorado não se correlacionam bem com o teste MELISA e devem ser considerados, daqui por diante, apenas como testes adjuvantes.

Notas de pé de página por CuraDente

1 Para uma demonstração gráfica, veja Video: how mercury causes brain fibre damage (neurodegeneration).

2 Veja em inglês On the dangers of dental amalgam (mercury) "silver" fillings.

3 A.R.T. = Autonomic Response Testing (see www.klinghardtacademy.com)

4 Cavitação: infecção na mandíbula ou no maxilar (mais detalhes)

5 O putâmen é uma estrutura localizada na base da parte frontal do cérebro.

6 DMPS - 2,3-dimercaptopropanossulfato de sódio se liga aos metais pesados.

7 Dr. Yoshiaki Omura, MD, ScD is medical research director of the Heart Disease Research Foundation and founder/president of the International College of Acupuncture and Electro-Therapeutics as well as of the International Bi-Digital O-Ring Test Medical Association.

8 imunogênico = capaz de ativar o sistema imunológico

9 NT = neural therapy [terapia neural]

10 Karolinska Institut, Vera Stejskal, Tel.: 0046/8/655 7698

11 Hapteno (também antígeno incompleto ou parcial) = uma substância capaz de reagir com um anticorpo específico, mas incapaz de desencadear a formação de anticorpos, sem estar ligada a uma molécula como uma proteína portadora/mensageira.

12 Um visitante do sítio comentou que "o material menos nocivo que encontrei para se fazer coroas, inlays, onlays e pontes é o EMax Press."

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