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Riscos gerais de coroas dentárias

Para compreender os riscos gerais envolvidos na colocação de coroa (que vão desde a irritação da gengiva à morte da polpa, com subsequente extração do dente) o que frequentemente se aplica a outros tratamentos dentários também, leia a importante página de visão global: Perfuração & obturação de dentes: uma escolha imprudente? que detalha as razões porque as coroas frequentemente levam aos dentes o sopro da morte (isso pode ocorrer, por exemplo, quando o dentista usa a broca com rapidez exagerada e/ou remove excesso de esmalte durante o trabalho preparatório para a coroa, em cujo caso o dente irá se superaquecer com resultante dano à polpa, sua inflamação e/ou morte – de fato, a principal razão para a extração final do dente reside na morte do nervo interno, em razão de colocação de coroa).

Riscos de colocação de coroa, específicos aos materiais usados nas coroas dentárias

Níquel

As coroas são frequentemente montadas sobre uma base em níquel, metal extremamente tóxico.

Metais tóxicos e alergênicos em coroas metálicas

O uso de ligas metálicas em coroas protéticas leva a todos os tipos de íons metálicos a se concentrarem no limite da gengiva que circunda os dentes com coroa (visto como linhas escuras).

Alumínio oriundo de coroas de cerâmica/porcelana

Quando as coroas cerâmicas não são aquecidas a temperatura suficientemente alta ou durante tempo suficiente, elas podem soltar alumínio.

Riscos de coroas oriundos de erros técnicos ou da incompetência do dentista e/ou do técnico protético.

A lista seguinte amplia os riscos e erros gerais, comumente envolvidos na elaboração e colocação de coroas, já inclusos em Perfurando & obturando dentes: uma escolha equivocada?.

As coroas são frequentemente postas sobre obturações de amálgama

Segundo o livro "Toxic Dentistry Exposed" ["A Odontologia Tóxica Desvelada"], a amálgama escondida por baixo de uma coroa é impossível de detectar, enquanto que seu mercúrio tóxico é continuamente empurrado pelos caminhos nervosos, até o cérebro.1

Coroas mal ajustadas: problemas com a mastigação (maloclusão), dores na mandíbula e/ou no maxilar e noutros lugares, restos alimentares presos e mais ainda

Geralmente, uma coroa mal ajustada poderá resultar em desconforto ou até mesmo em forte e constante dor (incluindo no pescoço e nas costas) como também enxaqueca, zumbido nos ouvidos, problemas com o sono e questões com a ATM – em verdade, numa ação contra Má Prática dentária nos EUA, um paciente recebeu US$ 100.000,00 em danos por problemas na ATM decorrentes de colocação de coroas). O impacto nefasto que um objeto mal-ajustado em sua boca pode trazer à sua vida diária é ilustrado, por exemplo, por um caso relatado, em francês, na Internet. Esse caso envolveu um homem que passou a ter pensamentos suicidas, em razão de dor constante e insônia, causados por uma coroa que era excessivamente alta, que seu dentista, ao invés de admitir e corrigir o erro, acusou-o de somatizar questões psicológicas. De modo geral, uma coroa que está muito alta e que não é corrigida causará, primeiramente, muita dor, então o dente sobre o qual se encontra afrouxará, instala-se infecção bacteriana e por fim o dente cairá.

As margens da coroa: possíveis erros técnicos

A área onde a borda da coroa encontra a gengiva e o restante do dente é crítica.

Se a margem da coroa for excessivamente longa (aparentemente, um método “popular” consiste em enterrar a borda da coroa na gengiva), a gengiva ficará irritada permanentemente e potencialmente levará ao sangramento, ulceração, recessão da gengiva, aprofundamento do sulco gengival (a pequena fenda que separa a gengiva do dente) para formar uma bolsa periodontal e proliferação do tecido gengival; o próprio dente pode começar a se mexer em seu encaixe.

Se a borda da coroa for muito curta, a dentina provavelmente ficará exposta, levando a dor ou sensibilidade ao frio, calor, acidez e doce. Restos de alimentos podem ficar na fenda, convidando a que se instale a cárie. (Entretanto, uma pessoa relatou que novo tecido gengival cresceu na fenda existente, em questão de dias).

Se a margem da coroa formar saliência, pode-se formar placa embaixo e dentro do sulco gengival, causando a dor e possivelmente deterioração do dente.

A deterioração (nova cárie dentária) frequentemente se desenvolve na margem de uma coroa e não apenas destrói o restante do dente, mas pode também levar à inflamação do tecido gengival.

Outras questões técnicas com coroas

Se a coroa não tiver uma leve curvatura, poderá aparecer uma bolsa periodontal com subsequente inflamação e retrocesso da gengiva.

Testemunho: todos os dentes com coroas

"Reforma completa do sorriso" arruína permanentemente os dentes: sobre os “efeitos colaterais” das coroas ou a irreal beleza prometida pela odontologia convencional.

Muita dor sob uma coroa: aliviada graças ao xilitol, bicarbonato de sódio & sal marinho

Veja Relatórios sobre cura & testemunhos sobre o uso do açúcar de xilitol, número "10 – Altamente impressionante: dor sob coroa desaparece”. Esse é um testemunho altamente encorajador para qualquer um com uma coroa dentária que experimenta dor, já que ele mostra o quão resilientes e capazes de auto-cura são dentes até danificados por cárie e coroas, quando você os trata com medidas que estimulam a auto-cura.

Notas de pé-de-página

1 Muitos detalhes sobre amálgamas tóxicas embaixo de Obturações dentárias.

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